verificador pinterest Casa, Coisas e Sabores: Risoto de camembert e tomate seco

sábado, 1 de maio de 2010

Risoto de camembert e tomate seco

Apesar de a receita ser chique demais - foi elaborada pelo chef Danio Braga, da Locanda Della Mimosa, em Petrópolis, um lugar demais para quem quer casar. Caro demais e lindo demais -, o motivo de a mesma ter surgido aqui em casa foi pobre demais.

Marido adora queijo. Do jeito que eu adoro doce e fico querendo provar todos que não conheço, marido sonha experimentar todos os queijos existentes neste e em outros universos.

- Traz o brie que está o mesmo preço (cara de nojo para falar brie).
- Mas esse eu nunca comi, camembert (cara de nojo para falar camembert).

E lá saímos nós do supermercado com uma minifatia do camembert.

Marido não aguentou comer o camembert, amargo demais, achou que estava podre. Estava mesmo. E é assim mesmo. Quanto mais podre, mais caro.

Jogar fora? Jamais! Seria como ver algumas muitas notas de dinheiro indo diretamente para o lixo. Peraí que vou caçar algo na internet, alguma receita para aproveitar aquele naco de queijo fedorento que estava na geladeira.

E nisso fui salva pelo risoto de camembert com tomate seco, que originalmente tinha rúcula também, mas estava em falta na horta lá de casa.


É preciso cortar em tiras cerca de 100g de tomate seco e cortar em cubos 200g de camembert. Reserve. Vou confessar que não tinha essa quantidade que a receita pedia, e minha medida foi usar até acabar.

Refoguei umas 2 colheres de sopa de cebola bem picadinha com 1 colher de sopa de manteiga. Juntei uma xícara e mais 1/3 de arroz comum (a receita pedia o arroz carnaroli, mas também estava em falta na horta lá de casa). Para risoto, não se lava o arroz, para ele ficar bem "papinha".

Acrescentei 400 ml de caldo de costela (!!!). A receita pedia caldo de galinha, aquele feito com a carcaça de frango, bem temperado e caseiro, mas nem cubo de caldo de galinha eu tinha. Foi um Sazón de costela dissolvido na água mesmo. Juro que deu certo.

Depois do caldo, acrescentei metade do queijo e do tomate seco. Quando o arroz estiver quase no ponto de tirar do fogo, bem cozido e mais enxuto, porém cremoso, coloquei o resto do queijo e do tomate. Então é só esperar o risoto ficar no ponto e servir. Na falta da rúcula, decorei com umas folhinhas de manjericão, arrancadas delicadamente, mas com muita dor, do meu filho verde.

Só para ficar mais gordo, pode-se colocar uns cubinhos de manteiga em cima do risoto quente, depois de pronto. De acompanhamentos, vinho e namorado/marido.

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Para seguir a receita original do Danio Braga, sem palhaçadas com caldo de costela. E sem comentários para o vinho Periquita, que, aliás, é bom.

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O camembert tem sabor forte e é meio amargo, não é para qualquer paladar. O marido adorou o risoto, mas eu trocaria o queijo por um gongorzola/brie/parmesão fácil.


2 comentários:

  1. Irmã, já fiz fettuccine com molho de camembert. Fica bom, mas esse queijo É meio enjoadinho mesmo...vou te passar umas receitas de sopa! Tô ficando do balacobaco!
    bjinhos

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  2. Hermana, tô tão orgulhosa de você! Para quem não sabia nem onde ficava a cozinha direito, fazendo fettuccine com camembert, muito chique :-)

    ResponderExcluir

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